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Posts Etiquetados ‘meio ambiente’

No clima da COP 15

11 dezembro, 2009 Deixe um comentário

Já que estamos em plena Copenhague 2009, que tal dar uma força para o planeta?

Para inspirá-los coloquei abaixo alguns anúncios e outdoors do WWF (World Wide Fund for Nature). Publicidade super criativa usada para despertar nossa consciência de preservação ambiental. Posicione e repouse o mouse sobre as fotos para ler as legendas.

Enjoy!

"Medidor" de desmatamento florestal na América do Sul. O papel toalha vai acabando bem como as florestas...

 

Movimento da sombra sobre o outdoor indica a elevação do nível dos oceanos...

 

"Veja quanto monóxido de carbono você deixará de emitir se não dirigir por um dia". Mensagem impressa na nuvem preta inflada pela fumaça expelida do escapamento de um carro durante todo o dia. Genial!

 

"Antes que seja tarde demais". Desmatamento acaba com os "pulmões" do planeta...

 

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O Apagão de Lula

11 novembro, 2009 Deixe um comentário
Por Sérgio Abranches (Blog Ecopolítica)

O apagão de Lula tem origens físicas distintas e as mesmas causas políticas. O ministério foi entregue à partilha clientelista depois do episódio do mensalão. O PMDB conseguiu montar seu feudo no setor. O ministro é um sub-sistema do sistema Sarney de controle clientelístico do aparelho de estado.

Apagões têm causas físicas e determinantes políticos. Os fatores políticos que geram apagões são mau planejamento energético, clientelismo, falta de visão estratégica, atraso. Hoje, energia é sinônimo de aquecimento global e a resposta é segurança energética: sistema de interligação inteligente, com descentralização da geração, diversificação com utilização de fontes renováveis e alternativas, abandono de combustíveis fósseis na matriz elétrica.

Um incidente ainda não identificado cortou a energia em uma parte do sistema. Imediatamente, o sistema isolou aquele setor, para que o evento não se transformasse em um apagão ao afetar todo os seus outros setores. Nas principais localidades que fazem parte do setor isolado, não faltou eletricidade. Elas têm sistemas autônomos, descentralizados, de geração de energia, que usam fontes alternativas, como biogás, solar-fotovoltaica e eólica, com ramal de distribuição próprio, que o sistema reconhece como alternativo ao setor-problema e não desliga.

Isso ocorreria em um país que investe em segurança-energética, que tem um sistema inteligente de interligação elétrica (intelligent grid) e uma matriz energética descentralizada, interligada e diversificada, com fontes renováveis.

No Brasil, um incidente ainda não identificado cortou a energia em uma parte não identificada ainda do sistema e provocou um apagão em 10 estados e no Paraguai. O incidente pode ter sido climático, operacional, falha do sistema, inépcia e incompetência – geralmente relatados como “falha humana” – e pode ser tudo isso somado. O mais provável. Nenhuma localidade importante tem um sistema alternativo, com fonte renovável, porque a política energética no Brasil é centralizada e entregue, desde o governo FHC, à partilha política clientelista. Quando houve o apagão do FHC, por falta de água nos reservatórios e planejamento de segurança energética no ministério, ele colocou pessoa de sua confiança, com competência técnica e gerencial, conhecedora do setor público. Pedro Parente virou o interventor no setor elétrico. Mas a lição de que não se entrega ao clientelismo um ministério técnico, complexo e crítico para a segurança do país não foi aprendida.

O apagão de Lula tem origens físicas distintas e as mesmas causas políticas. O ministério foi entregue à partilha clientelista depois do episódio do mensalão. O PMDB conseguiu montar seu feudo no setor. O ministro é um sub-sistema do sistema Sarney de controle clientelístico do aparelho de estado. Foi nomeado sem qualquer consideração técnica ou estratégica. Lula seguiu o figurino mais tradicional possível da política brasileira.

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Serra pede a Lula ousadia na meta de redução de CO2

9 novembro, 2009 Deixe um comentário

Governador paulista sanciona lei estadual que prevê corte na produção de gás do efeito estufa

De Carolina Freitas, Agência Estado

SÃO PAULO – O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), sancionou nesta segunda-feira, 9, lei que cria a meta estadual de redução de emissões de gás carbônico e pediu que o governo federal siga a “ousadia” paulista. “O Brasil deve ceder e pressionar os outros países. Não se trata de ajoelhar no milho ou se autoflagelar, mas de avançar em relação ao futuro”, defendeu o governador.

O evento no Palácio dos Bandeirantes, para 400 convidados, entre eles 30 prefeitos paulistas, aconteceu ao mesmo tempo em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva discutia na capital paulista a meta que levará para a Conferência de Copenhague, em dezembro. 

A Política Estadual de Mudanças Climáticas estabelece uma diminuição de 20% nas emissões até 2020, em relação a 2005, o que significa emitir 24 bilhões de toneladas de gás carbônico a menos do que em 2005. Lula ainda não definiu se levará um número a Copenhague. O Ministério do Meio Ambiente briga por uma redução de 40% até 2020 em comparação com a tendência de poluição, ou seja, em relação à quantidade de emissões caso nenhuma medida fosse tomada.

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