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Amorim, o Colosso de Rodes de Lulla

26 novembro, 2009 1 comentário

Porque sem o retorno do presidente Zelaya ao poder os países todos da América Latina e do Caribe já declararam que consideram as eleições ilegítimas e que não reconhecerão o novo governo. O Brasil continua firme nessa posição.

Celso Amorim, o ‘Colosso de Rhodes’ de Lulla

Acho que o Zelaya paga algum tipo de mensalinho para este cidadão. Vai entender o que se passa entre estas orelhas. Ele é um dos poucos, ao lado de “Él Loco” Chavez, que ainda defendem apaixonadamente o pensionista-vaqueiro-chapeleiro louco hondurenho.

Agora a tática é ecoar as bobagens do vaqueiro maluco e tentar desqualificar as eleições hondurenhas, marcadas para o fim deste mês, as quais já haviam sido definidas a um bom tempo atrás, tentando colar nelas a pecha de “ilegítimas” e “fraudulentas”. Ilegítimas por quê? O acordo selado para pôr fim à crise, e obviamente aceito por Zelaya, foi claro e simples: na questão do retorno do bufo ao poder (e é só isso que interessa a ele) o congresso hondurenho é que terá a palavra final. E a decisão do congresso será soberana dentro do processo de solução do impasse. Ponto. Nada foi acordado no sentido de se garantir a ele uma “volta automática” ao poder. Como o congresso tomará sua decisão após as eleições, este chantagista maluco começou a criar um novo caso afirmando que "desistiu da restituição" para não legitimar um "golpe de Estado e um processo eleitoral fraudulento". Aí não dá né pantaleão! Pede pra sair caubói!

Zelaya banho

Vale lembrar que toda esta pataquada tem um forte patrocínio chavista desde o primeiro ato. Num segundo ato, Zelaya/Chavez passou a ganhar adesão de todos os comandantes bolivarianos (Lulla incluído) que tem o “rabo ou alguma coisa presa” a “Él Loco”. Ganhou até uma adesão de um “cumpanhero” inesperado, que fez toda a diferença: Obama! Já no terceiro ato, a comédia golpista foi urdida em algum porão bolivariano sob a batuta de “três tenores”: o próprio Chavez, Celso A[i]morim (sob a batuta do “Sombra”), e Marco Aurélio [Sargento] Garcia, aiatolá e dublê de diplomata. Assim infiltraram o golpista de volta ao país, jogando-o na casa-da-mãe-joana hondurenha, onde um dia funcionou a embaixada brasileira. E foi por pouco que não provocaram uma guerra civil por lá. No caso destes dois últimos cumpanheros pode-se dizer que eles já fizeram história: conseguiram fazer com que o Brasil abandonasse sua longa e respeitadíssima tradição de não-intervenção e arrastaram a diplomacia do Itamaraty para um lamaçal mau cheiroso e perigoso.

Tudo isso mudou depois que parte da sociedade “estadunidense” (rsrs) começou a perceber o pereco que Chavez tinha aprontado no quintal deles por assim dizer. Então após uma bela cutucada no “cumpanhero” mais rico da turma, Obama, um "barata-voa” aconteceu nas regiões bolivarianas. Conhecem o velho deitado não? “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”… Resultado: a comissão americana de crise fechou em poucas horas o que A[i]morim e o Sargento Garcia alardeavam tentar desde o início do “golpe”: um acordo aceito por ambas as partes. Bem feito! Quem mandou pegar cachorro de rua pela orelha né, ô colosso A[i]morim? Para não ficar mal na fita, o rapaz ainda tenta fazer pose de xerife-durão e finge dar uns tirinhos com frases como a do início deste texto. Shame on them…

Pois é. Parece que agora nossa política externa se resumirá a fazer beicinho e ser contra os “estadunidenses”, batendo continência a Chavez que é o verdadeiro líder protagonista ao sul das Américas. Para isso vale qualquer coisa: flertar e namorar com democracias sólidas e exemplares como Cuba, Irã, Venezuela, Bolívia, Equador, Líbia, etc.; bem como execrar “ditaduras odiáveis” como… Honduras, Israel, etc, etc.

Este colosso só cacareja uma nota só, e o ritmo não é bossa nova… é o samba do crioulo doido!

 

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Obama: “Brasil dos políticos”

2 novembro, 2009 Deixe um comentário

De Charles Krauthammer, analista político americano:

 ”No coração sentimental do mundo, o Brasil é ‘o país do futuro’. Já o presidente americano é uma espécie de ‘Brasil dos políticos’: uma promessa nunca cumprida e eternamente adiada.”

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